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Ficha Técnica

 

Dança da Morte / Dança de la Muerte

 

Dramaturgia e encenação Ana Zamora

Interpretação Luis Miguel Cintra, Sofia Marques e Elena Rayos

Interpretação musical flautas, cromorne e chirímia Eva Jornet, viola de gamba Juan Ramón Lara, órgão Isabel Zamora

Arranjos e direcção musical Alicia Lázaro

Figurinos Deborah Macías

Cenografia e apoio para manipulação de marionetas David Faraco

Desenho de luz Miguel Ángel Camacho (A.A.I) e Pedro Yagüe

Coreografia Javier García Ávila

Assessor de verso castelhano Vicente Fuentes

Desenho e construção de adereços Ricardo Vergne

Assistente de cenografia Almudena Bautista

Assistente de produção Ana Szkandera

Assistente de iluminação Esther Zalamea

Confecção de guarda-roupa Ángeles Marín

Alfaiate José Carlos Almeida

Construção de cenário Carpintaría Santa Amalia e Talleres Beca

Assistente artística e de produção Ana Szkandera

Director de produção de Nao d´amores Germán H. Solís

 

Assistente de encenação e contra regra Manuel Romano

Desenho gráfico Cristina Reis

Assistentes para o cenário e figurinos Linda Gomes Teixeira e Luís Miguel Santos

Director técnico Jorge Esteves

Maquinistas Abel Fernando e João Paulo Araújo

Montagem e operação de luz Rui Seabra 

Costureira Maria do Sameiro Vilela

Assistente de produçãoTânia Trigueiros

Secretária da Companhia Amália Barriga

 

Lisboa: Teatro do Bairro Alto. 06 a 13/07/2010 (integrado no Festival de Teatro de Almada)
8 representações

 

30/09 a 17/10/2010 (reposição).
16 representações

 

Co-Produção Nao d'amores / Teatro da Cornucópia

Estrutura financiada pelo Ministério da Cultura / Direcção Geral das Artes

 

Nao d’amores é uma estrutura profissional independente, criada em 2001 e dirigida por Ana Zamora, que tem vindo a apresentar espectáculos que pretendem ser a reinvenção de um teatro primitivo com uma qualidade lírica muito particular, a partir de textos e música antiga peninsulares, e recuperando várias formas de expressão artísticas de influência tradicional popular como danças, marionetas, música ao vivo com réplicas de instrumentos antigos, e elementos vários inspirados no folclore tradicional.

Este espectáculo parte do texto Castelhano do século XV Dança General de la Muerte e integra também textos vários de Gil Vicente. Trata-se de uma nova abordagem do tema das Danças Macabras tão tratado por toda a Europa no fim da Idade Média.

 

“Dança da Morte / Dança de la Muerte”é uma fantasia da imaginação popular, uma viagem no tempo para reviver os mitos que ajudaram a mitigar o absurdo da morte, nascida no actual contexto cultural, em que se tende a negá-la e a afastar a sua lembrança, substituindo o ancestral anseio de imortalidade por uma imatura ficção de “a-mortalidade”.

Ana Zamora




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